Catavento (Jaciara Mendes)

Hélice de catavento assobia o tempo ou simplesmente se mantém inerte, à espera do sopro que a faça mover. Pás giratórias não impõem resistência à tempestade ou brisa, em silêncio anseiam partir de minha janela, voar pelo espaço, mudar de ares, bancar avião... Para onde desejas ir, velho amigo de infância? Desejas seguir pelo horizonte, ir ao infinito e nunca mais voltar?... Mas me diz bom amigo, poderia eu ir para onde você for?

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Naquele momento, ao se olhar no espelho, Felícia era a antítese de seu próprio nome. Chorava desesperada no vestido branco de seu casamento iminente. Sentia falta das bonecas com as quais brincava. Su

Chegam caminhando, Devagarzinho... Veem se aproximando, De fininho... Se aconchegando De mansinho... Quando vejo já estou rimando E com todo carinho, Novos poemas abraçando!

Vida e morte costumavam ter uma relação amorosa. Elas se amavam tanto que adotaram um animal de estimação. No entanto, um dia elas tiveram uma briga, e desde então, disputam-se a custódia desse animal

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