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Cheios de Certeza (Priscila Guimarães)

Certezas enraizadas, quando fragilizadas, são devoradas e degustadas na mesa dos esfomeados. Uns apreciam, degustam e lambem os dedos. Outros arregalam os olhos e narinas. Desviam o faro e o tato. Não sentem o prazer do cheiro e seguem enojados. Nada por dizer, nada por sentir! Pobres almas sedentas de vida e sólidas certezas!

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Sem alguma maldade, Intenção de machucar... Nada além da verdade. Tudo vai passar?! Onerosa solução. Misto de fica... e vai Um pesado coração. Intensa dor em si. Tempo para curar; Olhar pra frente e s