Cheios de Certeza (Priscila Guimarães)

Certezas enraizadas, quando fragilizadas, são devoradas e degustadas na mesa dos esfomeados. Uns apreciam, degustam e lambem os dedos. Outros arregalam os olhos e narinas. Desviam o faro e o tato. Não sentem o prazer do cheiro e seguem enojados. Nada por dizer, nada por sentir! Pobres almas sedentas de vida e sólidas certezas!

Posts recentes

Ver tudo

Naquele momento, ao se olhar no espelho, Felícia era a antítese de seu próprio nome. Chorava desesperada no vestido branco de seu casamento iminente. Sentia falta das bonecas com as quais brincava. Su

Chegam caminhando, Devagarzinho... Veem se aproximando, De fininho... Se aconchegando De mansinho... Quando vejo já estou rimando E com todo carinho, Novos poemas abraçando!

Vida e morte costumavam ter uma relação amorosa. Elas se amavam tanto que adotaram um animal de estimação. No entanto, um dia elas tiveram uma briga, e desde então, disputam-se a custódia desse animal

Deixe seu comentário: