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Melodia uterina (Cintia Santos)

Os sons melodicamente perpassam por lugares da alma aos quais me encontro vazia, mas não no sentido literal de um estado de solidão, tão pouco de tristeza. A estética harmônica me leva ao encontro da pureza, como se estivesse imersa em águas cristalinas, envolta de um amor incondicional, afagada por um calor acolhedor de temperatura agradável, como se estivesse no ventre uterino.

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Poesia póstuma (Jaciara Mendes)

A passos em um caminho que um dia me levou, eu regressava. Reconheci minhas pegadas no chão de terra batida, cobertas pela poeira do tempo, ora nítidas, ora incertas, elas me fizeram refletir sobre as

Solitude (Cintia Santos)

“A solitude que me passa nas horas vagas permeia por entre as entranhas, estranheza de uma vida insólita.”

Saudade (Duquesa da Poesia)

Não há saudade que retorne, Depois de tudo, Do caos no infinito, Resta o silencio da alma, Ainda que ficasses sentado, Eu não esperaria, Pois não me chamo Eternidade.