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Tsun-ame (Priscila Guimarães)

Navegar pelo movimento das ondas que quebram espumando amor. Velejar com a jangada que guia para as profundezas da emoção. Um amor navegador, flutuante na maré salgada que adoça os lábios e acalma o coração. O azul do céu e a areia dourada serena em cada pegada de afago. Conchas e estrelas marinhas iluminadas pela lua cheia percorrem até o encontro ‘tsunâmico’ dos olhares.

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Poesia póstuma (Jaciara Mendes)

A passos em um caminho que um dia me levou, eu regressava. Reconheci minhas pegadas no chão de terra batida, cobertas pela poeira do tempo, ora nítidas, ora incertas, elas me fizeram refletir sobre as

Solitude (Cintia Santos)

“A solitude que me passa nas horas vagas permeia por entre as entranhas, estranheza de uma vida insólita.”

Saudade (Duquesa da Poesia)

Não há saudade que retorne, Depois de tudo, Do caos no infinito, Resta o silencio da alma, Ainda que ficasses sentado, Eu não esperaria, Pois não me chamo Eternidade.